Fechamento de diastema: confira as opções de tratamento!

Você tem diastema? O diastema é aquele espaço entre os dentes que muitas pessoas têm, especialmente nos dentes frontais superiores.

O diastema não traz problemas a saúde bucal, porém muitas pessoas se sentem incomodadas de modo estético.

Já em algumas pessoas, especialmente em crianças, o diastema pode causar distúrbios fonéticos, devido aos dentes separados.

Em casos como esse, há uma produção de sons indesejáveis, e certa dificuldade de entonação.

Normalmente os mais incomodados são os indivíduos que contam com um espaçamento excessivo entre um dente e outro.

Há também caso de pessoas que têm diastema nos dentes responsáveis pela mastigação, localizados no fundo da boca.

Como resultado, é possível aparecer alguns problemas de saúde bucal, com relação a restos de alimentos se acumulam nesses espaços, gerando inflamações na gengiva.

Mas você sabe o porquê isso existe?

Causas do diastema

A fase mais comum de ocorrer o diastema é durante a infância, especialmente na fase dos dentes de leite.

Isso porque se tratam de dentes menores, enquanto os dentes permanentes são maiores e terão mais espaço para se desenvolver.

Ou seja, o espaço que antes estava como “extra” irá se fechar e completar a arcada dentária da criança sem o diastema.

Entretanto, há causas para quem conta com a diastema mesmo após a infância.

Essas causas podem ser tanto por fatores biológicos, quanto hábitos. Além disso, também há alguns acessórios infantis que chegam a comprometer essa movimentação.

Em seguida, confira os principais fatores que causam o diastema:

  • um tamanho diferente dos dentes;
  • a ausência de algum dente;
  • uma anormalidade no freio labial, referente ao tecido que vai do lábio até a gengiva, chegando aos dentes superiores centrais;
  • problemas tanto de alinhamento quanto de oclusão;
  • pressão da língua sobre os dentes;
  • respiração bucal (quando se respira somente pela boca), devido à redução de pressão dos lábios sobre os dentes e que acaba contribuindo para a abertura dos diastemas;
  • existência de dentes extras que não nasceram.

Já quanto aos “acessórios infantis” a prática de chupar o dedo, usar chupeta e também mamadeira pressão sobre os dentes, podendo ocasionar um diastema.

Essas são as principais causas do diastema, e se você sofre com isso, possivelmente já sabe da possibilidade de tratar e fazer o fechamento de dentes separados.

Fechamento de diastema

Atualmente, há diversas opções para quem deseja tratar o diastema, e cabe ao dentista verificar qual a melhor opção.

As opções que iremos apresentar dependem também do grau do problema, da adaptação do paciente e também se há outras condições de saúde bucal relacionada aos dentes separados.

Além disso, dependendo do grau do diastema, é possível realizar também outras avaliações clínicas, que buscam verificar a melhor opção cada paciente.

Confira os principais métodos para fechar o diastema:

Restauração com resina ou porcelana

Em casos em que o espaço entre os dentes não é tão grande, há a possibilidade de corrigir esse espaçamento com restaurações.

Essas restaurações podem ser tanto feitas com resina ou com porcelana, cabendo ao dentista optar pela melhor opção.

Em um ou dois dias essa correção pode realizada, conforme o material escolhido.

No procedimento, o dentista aumenta a largura dos dentes, o que reduz aquele espaço.

Uma das vantagens do fechamento de diastema com resina é que o dentista mantém o controle do tratamento estético e também é capaz de personalizar os materiais durante o procedimento.

No tratamento com a porcelana, qualquer modificação significa ter que retornar ao consultório para correção.

Em questão de preço, a resina também sai na frente, sendo uma opção consideravelmente mais acessível em comparação a porcelana.

Botox para diastema

Quando há pacientes que tenham casos de hipertrofia muscular facial que estejam relacionados ao diastema, há a indicação do uso do Botox.

O Botox (também conhecido como toxina botulínica) acaba auxiliando no fechamento do espaço entre os dentes.

Lente de contato dental também é uma opção

Entre as opções que existem, a menos falada é a lente de contato dental, capaz de também corrigir o diastema.

Essa lente de contato dental é uma lâmina muito fina (de 0,2mm) de porcelana, e apesar de fina é muito resistente e dura diversos anos.

Cada paciente recebe uma lente personalizada, ou seja, não há chance para erros. Além disso, também é possível escolher a tonalidade desejada junto com o dentista.

O tempo médio da consulta inicial até a colagem final das peças dura aproximadamente duas semanas.

Entre as técnicas citadas, a lente dental possui o menor risco aos dentes, pois não ocorre desgastes sobre a superfície do esmalte dentário.

Aplica-se as lentes de contato da seguinte forma: o dentista faz a colagem da lente no dente natural, de modo que fechem os espaços extras.

É uma técnica sem nenhum risco ao paciente e aos dentes naturais, no entanto, é um procedimento relativamente mais caro.

Aparelhos ortodônticos

A opção da utilização de aparelhos ortodônticos é a mais comum, indicado quando é necessário fazer uma movimentação maior dos dentes.

Além disso, caso seja necessário realinhar os dentes, o aparelho também irá servir para essa utilidade.

Se trata de um tratamento longo, durando em média entre 12 e 24 meses, contudo esse tempo poderá variar por diversos fatores. 

Apesar de ser um tratamento demorado, em comparação as outras opções, o aparelho traz excelentes resultados.

Com as novas tecnologias do mercado, agora há a possibilidade de utilizar os aparelhos ortodônticos transparentes, não tendo o famoso “sorriso metálico”.

Cirurgia e o diastema

Por fim, há também a possibilidade cirúrgica, que é indicado somente quando o diastema é causado pelo tamanho anormal do freio labial.

O procedimento cirúrgico é conhecido como frenectomia, e deve ser realizado por um periodontista.

Na cirurgia, o freio labial é reposicionado, de modo que sua flexibilidade também seja aumentada.

Ela é capaz de corrigir o diastema em crianças, em grande parte dos casos, onde após a cirurgia, o espaço entre os dentes costuma se fechar sozinho.

No entanto, é comum que após o tratamento cirúrgico, também seja necessário combinar com o uso de aparelhos ortodônticos.

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