Doenças Periodontais

Doença periodontal: Gengivite

É a inflamação da gengiva causada pelo acúmulo de placa bacteriana. Pode-se observar vermelhidão ou inchaço da gengiva e até sangramento durante a escovação ou uso do fio dental. Nesse primeiro estágio, a doença pode ser revertida desde que o osso e os ligamentos periodontais que seguram o dente no lugar não tenham sido afetados.

Periodontite:

Neste estágio da doença, o osso de apoio e as fibras que seguram os dentes no lugar estão irreversivelmente danificados. A gengiva começa a formar uma bolsa embaixo da margem gengival, que favorece o crescimento da placa. Um tratamento periodontal adequado e a melhoria da higiene bucal normalmente ajudam a evitar mais danos à gengiva, aos tecidos de suporte e ao osso.

Periodontite avançada:

Estágio mais avançado da doença periodontal. As fibras e o osso que envolvem os dentes estão sendo destruídos e isso pode fazer com que eles tenham mobilidade e pouca estabilidade. Esses fatores podem afetar a mordida, alimentação e a fala. Se o tratamento periodontal não puder salvá-los, os dentes deverão ter que ser extraídos.

DTM:

A Disfunção da ATM é o funcionamento anormal da articulação temporo-mandibular, ligamentos, músculos da mastigação, ossos maxila-mandíbula, dentes e estruturas de suporte dentário.

Quando existe a disfunção, o paciente apresenta sintomas como dor de cabeça, dor de ouvido e/ou zumbidos, dor ou cansaço dos músculos da mastigação, ruídos articulares (estalos ou crepitação) e dificuldade para abrir a boca.
A disfunção da ATM está relacionada a hábitos comuns como o apertamento dentário e o bruxismo, morder objetos estranhos, roer unhas, mastigar chicletes, postura da cabeça (para frente), o de prender o telefone com o queixo ou ainda apresentar fatores relacionados com o estresse, depressão e ansiedade ou eventos traumáticos.
Há várias opções de tratamento. Porém, a maioria dos cuidados que seu cirurgião dentistal oferecerá vão incluir no mínimo, quatro ou mais dos seguintes tratamentos:
  • educação do paciente e auto-cuidado
  • modificação do comportamento, incluindo técnicas de relaxamento e cuidados com o estresse
  • medicamentos
  • terapia física
  • terapia de aplicação ortopédica (placa estabilizadora)
  • terapia oclusal (ortodontia, reabilitação oral)
  • cirurgia , entre outros.
   

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